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 Iniciativa - Concurso de One Shot's

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Sweet Bitch K'
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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Qua Jul 08, 2009 12:44 pm

Oqei aqui fica a minha One para o concurso!
Não é nada de especial, espero que gostem!
Beijinhos*


[ Flashback ]

Estava tudo agitado após o acidente.
Eu estava desesperada, ali sozinha na sala de espera.
Estava sozinha no meu mundo, abstraída de tudo o resto.
Só via os bons momentos que tinha passado com ele. Aqueles momentos inesquecíveis, incapazes de algum dia serem vividos outra vez com outra pessoa a não ser ele.
Ele, ele e só ele. Eu afogava-me em lágrimas.
Alguém me falou. Eu não respondia, não reagia. Só pensava no porquê, porquê ele?! Agora que estava tudo a correr bem.

“Marta. Marta! “
“Que foi?” respondi eu sem paciência.
“Estás bem?”
“É claro que não! Como queres que esteja bem depois daquilo que acabou de acontecer? Deixa de fazer perguntas estúpidas.”
“Tem calma. Não é com essa atitude que ele melhora.”
“Ele não acorda Bill! Está em coma. O acidente foi à duas horas atrás.” – Respondia eu com os olhos encharcados em lágrimas.
“Minha querida, pensas que eu não estou a sofrer também com isto? Ele é meu irmão. É o meu melhor amigo, é tudo para mim. Sabes que o acidente não foi ligeiro. Temos de pensar no melhor e…”
“E no pior é isso Bill? Eu prefiro não pensar nisso.”
“Ele pode ficar dias, semanas, meses ou até anos assim em coma. Por muito que me custe pensar nisto, é a realidade Marta.” – Respondia o Bill, a sua face estava coberta de dor.
“Porquê ele, porquê?” – perguntava eu desesperada.
“Telefonas-te a mais alguém?”
“Não.”
“Espera aqui ou vai comer qualquer coisa, enquanto aviso os outros.”
“Não quero. Obrigada”

15 minutos depois chegaram o Gustav e o Georg entrando pelo Hospital a dentro…

“O que se passa?”
“Ele está bem?”
“Falem por favor!”

Eu e o Bill estávamos lavados em lágrimas, abraçados um ao outro.

“Ainda não sabemos de nada. Os médicos estão com o Tom, ele está em coma! - contava Bill.
“O quê?” – perguntava Gustav, quase sem acreditar no que o Bill lhe estava a dizer.
“Que merda! Mas como foi o acidente afinal? Foi de carro?”-perguntava Georg.
“Não. Ele estava a atravessar a rua com a Marta, iam na passadeira quando o Tom viu um louco qualquer em excesso de velocidade a aproximar-se deles, empurrou a Marta que caiu, mas o Tom foi mesmo atropelado. E não está nada bem. Ela ainda está em estado de choque e tem uns arranhões.” – Contava o Bill.
“Ela não devia estar aqui. Assim não vai estar bem, não vai descansar.” - Gustav
“Eu já lhe disse para ir comer qualquer coisa, ela recusa sempre.” – Bill
“Eu vou tentar falar com ela.” – Georg
“Tenta.” – Bill

O Georg aproximou-se de mim.

“Minha querida, anda, eu levo-te a casa. Tomas um banho, comes qualquer coisa e descansas um pouco.”
“Não Georg. Eu quero estar aqui para tudo. Ele precisa de mim.”
“Marta, tu não podes fazer nada por enquanto. O Tom está mal. Não nos vão deixar vê-lo por hoje. Talvez só amanhã. Anda eu fico contigo.”
“Obrigada por tudo. Vocês têm sido muito pacientes comigo.”
“Não precisas de agradecer, nós gostamos muito de ti e não queremos que estejas fraquinha quando o Tom recuperar. Eu vou com ela.” Gustav
“Qualquer coisa, nós telefonamos.” – Georg

Mesmo antes de sair dali corri para os braços do Bill, pedi-lhe para me prometer que nada iria acontecer ao Tom. Que ele iria recuperar e voltar para os palcos com os Tokio Hotel.
Corria uma lágrima na face do Bill, uma lágrima que eu limpei, pedindo-lhe mais uma vez que prometesse.

“Sim, minha querida, eu prometo. “

Aquela promessa era feita sem qualquer certeza, ninguém podia saber se o Tom iria resistir aos ferimentos.
O Bill sofria ao ver-me assim, desfeita em lágrimas, mas também ele não as contia, pois era o seu semelhante que estava ali naquele hospital em risco de vida.


[End of Flashback]

- Marta! Marta!
- Diz.
- Está na hora de mamar da Kat.
- Vou já Bill. - Soou pela casa, fazendo com que eu olhasse uma última vez para aquele bocado de jornal… “Tom Kaulitz, guitarrista de uma das mais famosas bandas do momento, morreu hoje pelas 21 horas já no hospital vitima de atropelamento. ” e o arrumasse na caixa, fechando-a de seguida.


*Porque a vida nem sempre nos sorri, e só o tempo dirá quantos sorrisos nós mostraremos ao mundo.*
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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Qui Jul 09, 2009 1:32 am





> Parabéns!
Não pensem que estava feliz, porque não estava. Era agoniante ter a sensação de liberdade, mas ter a consciência intupida de enúmeras coisas que só me prendem ao isolamento. Um sorriso forçado e a languidez estampada no meu rosto, a vontade de desaparecer era contínua, mas não podia desiludir aquele que mais amava-me e deixar toda aquela festa de comemoração aos meus 18 anos, festa essa preparada com tanto carinho pelo meu pai e esconder-me esquecendo-me do mundo lá fora. A festa ocorreu como eu esperava, todos contentes e satisfeitos, menos a aniversariante, eu, que continuava com o meu sorriso forçado e um semblante incomodado, pois não era e nem será o melhor dia da minha vida. A pouco e pouco os convidados seguiam para as suas casas, desejando-me, mais uma vez, um feliz aniversário e uma boa noite. Sinceramente, será a pior noite da minha vida! Delicadamente respondia à simpatia de cada um deles com um sorriso meigo, embora falso, desejando-lhes, também, uma óptima noite – melhor que a minha, com certeza será. Quando tudo parecia chegar ao fim, a minha madrasta, feliz e inconvinientemente, pediu a um convidado, que ainda se mantinha lá, para nos tirar uma foto juntos, eu, ela e o meu pai, e assim o fez.

As recordações por vezes deixam mágoas imensas e naquele dia, apesar de não ter aquele que mais amava, tinha o meu pai ali, ao meu lado, mas mesmo assim convenci-me de que aquele fora o pior dia da minha vida, sim, porque eu simplesmente odiava a minha madraste. Passaram-se dois anos desde ali, nada mudou? Sim, mudou! Hoje aquele que me faltava no dia dos meus anos está ao meu lado e aquele que lá esteve o mundo fez com que me abandonasse.

> Sarah... - Tom aproximava-se de mim – Vamos? - Perguntou-me pousando a sua mão sobre o meu ombro. Suspirei e, com os meus dedos, eliminei as lágrimas que escorriam na minha face.
> Porque...? Não era tudo mais fácil se... - Parei. Não era justo deitar as culpas da morte do meu pai na minha mudança para Magdeburgo, não era justo para o Tom, não era justo para a nossa relação.
> Vires morar aqui não foi circunstância que podesse fazer com que ele morresse, Sarah...Tinha de ser. - Ele não se mostrou magoado com o que eu ia dizer, mas eu sabia que lá no fundo sentiu-se mal.
> Eu sei, mas...Eu abstraí-me tanto dele, deixei-o de lado e só agora percebo que ele era a minha essencia. Como fui capaz de fazê-lo, Tom? Como? - Simplesmente não me conformava.

Ele convenceu-me a deixar a sepultura do meu pai e designar aquele dia como esquecido no tempo. Saímos do cemitério, mas antes disso vimos uma jovem, jovem essa bonita, mas que chorava amargamente sem pensar ou se incomodar com qualquer outra coisa. Sobrepondo as flores sobre a sepultura, supostamente, de um familiar seu, sussurrou: “Eu amei-te tanto e continuarei a amar. Nunca escondi da vida que tu eras-me tudo e não será agora que esconderei!” Uma lágrima mais deixou deslizar pelo meu rosto e uma dor forte apoderou-se inteiramente do restante vermelho do meu coração deixando-o repleto de mágoa e de recor, aquilo mostrou-me que eu não o amei, não o mereci um minuto da minha vida, fez-me lembrar que ele se foi e que eu não tive a descencia de me aperceber que ele era o meu tudo antes disso acontecer – tarde demais.

As lamentações e desânimos não se ocultaram do meu dia-a-dia durante bastante tempo e assim vivi e sofri por tudo o que deixei de fazer. O Tom sempre a apoiar-me, a consolar-me, estava em todas as horas ao meu lado, mas não era o mesmo Tom. Tinha mudado, estava mais sensível, mas não olhava para mim como o amor da sua vida, como ele sempre me dizia, o que hoje já não o faz. Ele olhava para mim e encarava-me como uma pessoa triste que precisava de ajuda, que precisava de um verdadeiro amigo. Sim, amigo, ele estava a ser um amigo e nada mais. Sentia-o cada vez mais distante, cada vez mais “na lua”, por vezes ouvia conversas estranhas com o seu irmão em que sempre citavam “ela” e “faltam meses”...Não percebia, mas não me metia se quer no assunto, estava demasiado em baixo para me preocupar com o que quer que fosse, mas...Quem é ela? E faltam meses para quê? Não tenho coragem de perguntar e ele não parece, de certa forma, querer informar-me sobre este possível acontecimento. Passava horas no telefone, o que andaria ele a fazer? Mais uma pergunta sem resposta. Isso acabou por me dispersar da tristeza ao decorrer do tempo. A minha mente não queria envolver-se visivelmente com cada detalhe do assunto, mas também não podia ignorar incógnitivamente o que os meus ouvidos ouviam, era justo.

Uma manhã, uma manhã linda, céu azul e uma brisa meiga que se fazia sentir levemente ao tocar-nos no rosto. O pouco verde que havia na rua onde morávamos florescia muito bem sobre as casas brancas e grandes. E foi nessa mesma manhã que todas as minhas perguntas foram respondidas. Ele tentou abrandar cada palavra para que a bomba não explodisse de uma maneira tão trágica, mas o efeito dela foi o mesmo em mim. O nervosismo dele e a antecipação de movimentos críticos antes de cada palavra fazia-me agoniar a cada segundo repentino que passava, a minha barriga parecia colada ao estômago e as minhas mãos acariciavam-se bruscamente e muito rapidamente. E ele finalmente deixou que as palavras escapassem. Os meus olhos encheram-se de lágrimas, o meu respirar parecia imóvel, eu paralisei completamente. Empaledeci, com certeza, e por momentos vi a minha passada vida bater-me à porta. O meu pai respeitava mais do que ninguém a sua namorada, mas o amor que ele sentia por ela foi-se abstraíndo ao longo do tempo e isso fez com que o meu pai procurasse outra pessoa, um novo amor. E desse novo amor uma criança veio ao mundo, eu. A sua namorada ficou chocada, tal e qual como eu, e negou a ficar sozinha, por mais que ele amasse o filho, por mais que ele amasse o seu novo amor, ele teria de ficar com ela, pois ela precisava de casa, comida e não tinha possibilidades de o ter, pois sofria de deficiência física e isso impedia-lhe de trabalhar. O meu pai com todo o respeito e carinho que ainda sentia por ela achou minimamente justo e assim o fez. Assim que eu nasci explicou tudo a minha mãe e entrou na justiça a pedir a guarda da criança, eu. Conseguira, mas a minha mãe não o podia aceitar então raptou-me. Passaram-se três dias e foi encontrada comigo, eu fui devolvida ao meu pai e a minha mãe, desde aí, viu o sol a nascer quadrado. Sei-o, pois o meu pai nunca me escondeu nada. A minha subita raiva dele foi me ter criado juntamente com a sua namorada e me ter feito engolir todas as insinuações e brigas da mesma, a minha madrasta. Talvez seja isso que me tenha distanciado dele, mas de certa forma, não tinha eu o direito de não o ter amado.Voltando à notícia em que recebera do Tom...Vi-me necessitada de abraçá-lo, precisava sentir o seu toque, poder contemplar o seu cheiro. As lágrimas continuavam a descarregar-me pela face, mas de um momento para o outro sorri. Sorri tanto, olhava-o nos olhos e sorria como se aquilo fosse uma notícia maravilhosa. Ele pareceu-me confuso, então eu lhe expliquei:

> O maior erro, e não da minha vida, mas do egoísmo da minha madrasta, foi impedir que o meu pai e a minha mãe me criassem juntos. Antes mesmo de nascer o meu destino estava traçado, assim como a minha decisão traçará o destino do teu filho. Eu aprendi que não devemos responder apenas a pensar por nós, devemos ter em consciência que o mundo não se reduz a nós. O teu filho irá precisar sim de um pai presente, mas a cima de tudo, de uma mãe... - O choro parecia próximo, ele percebera o que queria dizer ao proferir que o seu filho precisava também de uma mãe, pois já sabia tudo o que aconteceu entre o meu pai, a minha mãe e a interferência da minha madrasta que só complicou a minha felicidade – Vai, Tom, faz o teu filho feliz, cria-o com aquela que amas, não deixes que ele se transforme naquilo que me transformei eu, por conta de uma simples decisão. Vai ser feliz e faça as pessoas que te rodeiam felizes também! Segue a tua vida, eu quero-te bem! - Deslizei a minha mão sobre a sua face surpreendida.
> Mas tu...
> Eu amo-te... - Comecei a chorar – E é por esse motivo que eu quero que sejas feliz! - Aproximei os nossos rosto um do outro, colidindo em simultaneo as nossas testa – Beija-me...Pela última vez.

Foi dificil vê-lo partir, mas sabia que a minha atitude iria contribuir para mais um sorriso no futuro, pois hoje eu choro pelo mesmo motivo, mas desfeito por outras escolhas.

CONTINUA...


Última edição por Sarynhaaa Kaulitz em Qui Jul 09, 2009 1:34 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Qui Jul 09, 2009 1:33 am

...CONTINUAÇÃO

Os anos passaram, eu fui crescendo nos negócios e hoje sou uma grande empresária. Amanhã irei completar os meus 30 anos, quem diria. A foto do meu pai predomina na parede direita do meu escritório, pois ali ele ajuda-me sempre que preciso, ele é o meu braço direito. Ao que tudo indica o Tom está bem com a família dele e o seu filho faz imenso sucesso na escola, tal como o pai, com as raparigas. A sua banda crescia a cada minuto, os Tokio Hotel estavam imparáveis e determinadamente, eles conquistaram o mundo. Por incrível que pareça, nos mantinhamos em contacto, ainda o amava e nunca neguei-o, mas ele parecia já não sentir o mesmo por mim. A sua mulher nunca soube que já tinhamos sido namorados e que eu fui justamente a que foi trocada por ela. O seu filho era um encanto de rapaz, educado, bonito, mas a cima de tudo feliz. Eu e a Margarette, a mulher do Tom, éramos grandes amigas, tenho de reconhecer que o Tom está em boas mãos, aliás, óptimas.

Numa pequena saída de despedida, pois o Tom e o resto da banda iriam em digressão, aconteceu o inesperado. Um acidente...Comigo. Voltámos todos nos nossos carros, mas ambos faziamos o mesmo trajécto, o que me salvou de uma morte certa. Eles assim que viram o meu carro a desgovernar pararam logo e saíram do carro deles, acudiram-me. Pouco tempo depois a ambulância chegou e levaram-me para dentro da mesma. Dentro da ambulância o Tom articulou os lábios rapidamente, mas deu para perceber um “amo-te” e depois senti um aperto de mão, supostamente seria ele. Um dos senhores que me meteu na maca entrou na ambulância e pediu que o Tom saísse, esse saiu proferindo que tudo iria correr bem.

Os meus olhos abriram-se e a minha frente a imagem de uma mulher a chorar calmamente e com um semblante feliz e triste ao mesmo tempo, agarrou na minha mão e falou-me:

> Finalmente! Ainda bem que estás aqui! - Sorriu levemente – Há pessoas que esperam por ti!
> Maggie... - Percebi que era a Margarette.
> O Tom contou-me tudo...Que...Vocês já foram namorados e que...
> Ele não tinha o direito! - Interrompi-a.
> Eu sempre soube...Amiga! - Sorriu – Só precisei ter a plena certeza. Eu agradeço-te tanto, Sarah! - Os seus olhos encheram-se de lágrimas – Tu pensaste no meu filho...Obrigada!
> Eu só não queria ver o filho da pessoa que mais amava...e amo...a sofrer tal como eu sofri, não era justo, ele não tinha culpa de nada do que vivi.
> O Tom ama-te...!
A imagem dos lábios do Tom a mexerem-se dentro daquela ambulância voltou-me à mente.
> Ele fala sempre em ti, um brilho tão forte ocupa-lhe o olhar...É tão lindo!
> Mas tu não o amas? Como podes achar isso lindo? - Interroguei-a e a mim mesma.
> Eu aprendi que por amor abrimos mão de tudo...Ele ama-te sim, infelizmente só percebeu isso quando se afastou de ti, quando trocou-te por mim... - Baixou a cabeça.
> Mas como tu sabes? Margarrete, ele ama-te e não é por mim que irás fazer isso agora! - Disse.
> Ele acordava à noite e ali mesmo, sentado na cama, ficava a olhar para o seu telemóvel, para o teu número. Ausentava-se de tudo e sorria levemente com o seu olhar vago...A pensar nos momentos que viveram juntos, certamente. Eu não me quero enganar e não quero viver com uma pessoa que diz amar-me por pena...O Carlos está crescido, já percebe bem as coisas...Ele vai compreender!
> Mas eu não quero! Eu não posso deixar que tudo volte a acontecer tal como aconteceu comigo!
> Eu e o Carlos vamos viajar, já está decidido. E tu...Vais ser feliz como nunca foste, Sarah! Eu adoro-te, amiga! Mais uma vez...Obrigada por tudo! Mas eu acho que agora é a tua vez de sorrir!
> Obrigada, Maggie! Irmã! - Chorava com tudo o que tinha ouvido, ela era demais!

Um leve beijo na testa dado por ela fez-me sentir a sua sinceridade e um sorriso à choro transpassou-me calma, ela deixou o quarto do hospital e sucessivamente veio o Tom e o resto da banda visitar-me.

Mais uma vez os anos passaram, eu estou tão feliz!
Poderia dizer que estes últimos tempos têm sido perfeitos, mas não o digo, pois o meu pai não está aqui em pessoa, mas consigo sorrir, pois sei que, apesar do seu corpo não estar cá, está cá a sua alma! Quanto à minha mãe? Encontrei-a! A sua pena foi comprida à anos e essa esteve vagueando pelas ruas por um bom tempo, mas agora ela está comigo. Ela explicou-me tudo e assim como o meu pai disse, ela dissera que fez tudo aquilo porque amava-me muito e não podia aceitar a ideia do meu pai ter-me apenas para ele. Embora o meu pai o tenha feito, tinha na consciência que tudo o que fez fora uma coisa horrível, mas que infelizmente todos erram, e foi esse o seu erro. Eu e o Tom...Estamos juntos! A Margarette e o seu filho foram viver com os tios dela para Sidney, ela partiu deixando um amor, mas sabendo que fazia feliz uma pessoa que tanto sofreu ao longo de toda a sua vida. Hoje, eu agradeço-lhe por tudo!

> Mãe... - Chamei-a – Vamos embora?
> Sim, vamos...! - Levantamo-nos as duas do chão do cemitério e saímos dali.
> Obrigada, filha! - Pediu a minha mãe.
> Porquê?
> Por seres tudo para mim! - Abraçou-me fortemente chorando.

Abraçada a ela lancei o olhar ao Tom que se encostava ao carro de braços cruzados a sorrir. Pisquei-lhe - agora tudo estava bem! Ele pronunciou um amo-te baixinho e eu respondi-lhe antes de me afastar da minha mãe.

Entramos no carro e uma vontade imensa de gritar apoderou-se de mim, mas não o fiz, agarrei fortemente na mão do Tom e lancei um olhar amedrontado à minha mãe, mas eles não perceberam a minha tensão. Foi então que muitos rapazes sercaram o carro pedindo dinheiro, a minha mãe gritou logo e para que essa se calasse eles alvejaram-na, assim como fizeram comigo e com o Tom depois de nos tirarem à força do carro. Eles estavam desacordados e eu manti-me ali no chão a gritar por ajuda, mas não consegui resistir àquela dor e os meus olhos fecharam-se simultaneamente.

Acordei.

> Georg... - Olhei para o Gustav que estava sentado no sofá do quarto de hospital com um ar muito pensativo e até mesmo triste, só. - Como estão? - Perguntei logo, desviando o olhar do Gustav.
> Safaste-te bem. Ao que parece o teu alvejamento foi menos grave que os deles...
> COMO ESTÃO?! - Exaltei-me.
> ...Estão todos de rastos, o Bill está completamente maluco...Eles... - Baixou a cabeça e o mesmo fez o Gustav, sem esperar que o Georg pronunciasse mais alguma sílaba deixou o quarto, batendo a porta atrás de si bruscamente - Não resistiram... - Suspirou tristemente.
> PORQUÊ?! PORQUÊ?!!!! Porquê sempre me deixam viver para sofrer? O que fiz eu para sofrer? RESPONDE-ME! DIZ-ME! Por...quê? - Comecei a chorar. Um choro de rancor, raiva, dor, sofrimento.


Duas semanas depois estava praticamente recuperada.
Escrevi um pequenino textinho que certamente iria explicar a minha atitude, e dentro de um pequeno cartão depositei-o e juntei-o ao bouquê de flores que deixei em cima das sepulturas do Tom e da minha mãe, que ambas ficaram juntas da sepultura do meu pai, assim como pedi e deixei o cemitério, friamente.

RTL - Exclusivo


Ao que parece a senhora de boa reputação nas demais empresas de estética, dona de uma empresa, também, Sarah Santos, namorada do falecido guitarrista da inesquecível banda, Tokio Hotel, suicidouse na noite passada. O seu corpo foi encontrado no Rio Elba, a banhar sobre as águas, ela provocou o afogamento. Na sepultura de sua mãe foi encontrada uma carta juntamente com um bouquê de rosas vermelhas que explica a sua escolha. Revela-se uma rapariga sofrida que se tinha fartado de viver para ver aqueles que mais amava morrerem, a sua decisão fora mais que acertada, segundo ela, e no fim da mesma carta agradece è Margarette Damon, por que não sabemos. Os investigadores continuam a averiguar a tragédia...(...)”


> O seu pai...A sua mãe...O seu amor...O sofrimento realmente leva-nos a cometer loucuras. - Enchugou as lágrimas – De nada...
> OH MÃE! - Gritou o Carlos.
> Já vou, filho! Já vou! - Disse ajeitando-se para que o seu filho não percebesse que esteve a chorar.




Sofrimento mortal, não o mais comum, mas o nunca esquecido.

FIM!




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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Dom Jul 26, 2009 6:10 pm

A administração avisa as participantes que ainda não entregaram a sua One Shot que teem apenas mais 1ªsemana e 1dia para o fazer.

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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Dom Ago 02, 2009 6:37 pm

Desculpem a demora
mas eu tenho estado no algarve e so voltei ontem
Posto a Minha one shot po concurso hoje
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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Dom Ago 02, 2009 9:17 pm

Okeii, ficaremos a espera :b

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MensagemAssunto: Encontro ao luar   Ter Ago 04, 2009 1:44 am

Encontro ao luar


E era aquela a noite mais esperada de sempre, já tinha o bilhete á 3 meses. Todos esperavam ansiosamente o concerto da sua banda favorita. Por mais que olha-se em volta a única coisa que observava era: tendas, sacos de cama e centenas de pessoas a dormir ao relento esperando pelo seu ídolo. Eu, só mais uma entre todos aqueles que os esperavam. Os nervos eram muitos e a ansiedade não me deixava pregar olho, decidi ir dar uma volta por ali perto, olhar o rio com a esplendorosa lua nele reflectida. Mas, não estava sozinha, mas esse alguém, era quem todos ansiavam ver na noite seguinte com um sorriso na cara a cantar as suas músicas favoritas e que agora olhava o rio tristemente. Hesitei, queria tanto ir ter com ele, questionar o motivo de tanta tristeza, mas, se ele estava ali seria para estar sozinho, longe do mundo, longe das câmaras que o perseguem, bem, longe de tudo. Antes de poder recuar e voltar as castas á pessoas que mais amava, que queria estar acima de tudo, ele reparara na minha presença e aproximava-se de mim, o meu coração batia como nunca antes. Ficamos frente-a-frente, completamente estáticos. Aquele olhar triste destroçava-me, era como se também o senti-se. Aproximamo-nos e antes que pudesse fazer alguma coisa para o evitar, o tocar dos nossos lábios foi inevitável. Novamente ficamos estáticos, olhos nos olhos. Ele sorriu, aquele sorriso provocara em mim um desejo enorme do voltar a beijar. Perguntei o motivo de tamanha tristeza. Respondeu: “Todos pensam que tenho uma vida de sonho mas já pensar se essa e a vida que quero ter, a banda é a minha vida, quanto a isso não mudava nada, mas por vezes queria ser apenas uma pessoa normal, tipo poder estar aqui contigo sem ter que pensar nas consequências disso”. Eu simplesmente acenava com a cabeça. Continuo “A serio, queria simplesmente fazer o que quisesse, sem consequências”. Nesse momento um flash interrompeu a nossa conversa, e alguém fugiu por entre os arbustos. O Bill começou a correr em direcção ao Hotel, mas antes de desaparecer na noite, gritou: “Como te chamas mesmo?”,”Patrícia” Respondi sorrindo. Acabou por desaparecer na noite, e eu voltei para a minha tenda onde adormeci a pensar naquele beijo. No grande dia de manha o choque era total, não percebia o seu motivo, ate que ele me veio parar em mãos. Na capa de um Jornal dizia:” Bill Kaulitz em grande cumplicidade com rapariga não identificada em véspera de concerto” e lá também constava uma fotografia em que nos dos estávamos de costas. Nem queria acreditar que o motivo era eu, que uma acção minha poderia causar dor a tantas pessoas. A tarde foi passada com toda a gente com questões como:”Que será aquela gaja?” “Será que ela e o Bill andam”??. Eu fingia que não sabia de nada e que como todas as outras me questionava sobre a identidade daquela rapariga. No concerto dessa noite a animação voltou, toda a gente sentia-se feliz por ver o seu ídolo, a tristeza fora esquecida por momentos. No fim do concerto só pensava em estar com ele, queria saber se aquele beijo significara algo para ele, quando o concerto acabara, todos se foram embora, menos eu. Aquela espera era interminável. Acabei por voltar para casa desiludida…

2 Dias Depois…
(Entrevista a Tokio Hotel sobre o concerto em Portugal)
(…)
SIC: Há rumores de ter conhecido uma rapariga em Portugal, Bill?? Ela significou algo para ti??
Bill: Sim é verdade, conheci uma rapariga por quem me apaixonei em Portugal. Gostaria de voltar a estar com ela.

Afinal ele não me esqueceu, gritei eu com um sorriso no rosto…


Aqui esta a minha OneShot para o concurso
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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Ter Ago 04, 2009 1:52 am

Eu gostei, liebe *.*
Epá, temos concorrência das grandes eheh Very Happy
Estou mortinha por saber quem vai ganhar, poças +.+
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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Ter Ago 04, 2009 1:57 am

Devo dizer que gosto bastante de todas as One Shot's *.* Mas que para mim, já há uma vencedora :S
Eu e a Jess teremos de falar bem sobre isso ^^
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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   Ter Ago 04, 2009 2:35 pm

Sim Aninha temos que falar sobre o concurso. Meninas em breve anunciaremos a vencedora. E desde ja tenho de dizer que a escolha e bem dificil mas que ja tenho uma vencedora na cabeçinha..

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MensagemAssunto: Re: Iniciativa - Concurso de One Shot's   

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